quarta-feira, 18 de novembro de 2015
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
domingo, 15 de novembro de 2015
TRABALHO EDUCAÇÃO INFANTIL II
Movimento: por que ele é tão importante?
PRIMEIRO ANO DE VIDA
Um dos primeiros movimentos que os bebês executam logo ao nascer é sugar. Com
o passar do tempo, o repertório aumenta e é aperfeiçoado com base no contato com
o entorno, as pessoas e os objetos. Essa oportunidade é importante para garantir a
sobrevivência dos pequenos e a comunicação deles com o ambiente antes da
aquisição da linguagem oral. Por meio de gestos, eles exploram e conhecem o
mundo em que vivem. Esse estágio foi descrito como sensório-motor (ou projetivo)
pelo médico, psicólogo e filósofo francês Henri Wallon (1879-1962).
Nessa fase predomina a dimensão subjetiva do movimento, o diálogo afetivo que se
estabelece com o adulto, caracterizando pelo toque corporal, manipulação de voz,
expressão de sentido constituem um espaço de aprendizagem, a criança imita e cria
suas reações. Antes de aprender a andar, a criança pode desenvolver formas
alternativas de locomoção como arrastar-se ou engatinhar, essas ações permitem
que o bebê descubra os limites do próprio corpo. Com o primeiro ano, vem a conquista do
gesto de preensão, locomoção e equilíbrio, isso oferece, a criança exploração do espaço,
manipulação de objetos e realizar atividades diversificadas.
Na creche trabalhar a temática do movimento requer planejamento.
A ausência de berços, somada a atividades da dança que envolvem gestos repetitivos e
coreografados e os tradicionais circuitos que desafiam a turma a descer, subir, rolar, entrar e sair, é interessante.
Mas é preciso garantir ainda mais, pensar em propostas que desafiem as crianças
constantemente a ir e vir, a explorar ações que ainda desconheçam, a experimentar sensações e a conhecer o próprio corpo, possibilidades e limites. Para isso, organizar a sala com elementos pertinentes e espaços livres é essencial.
Fonte: NOVA ESCOLA ( Educação Infantil)
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Por que brincar é importante para as crianças pequenas
Reportagem: Revista Nova Escola
Edição: Junho e Julho/2015
Segundo
pesquisa realizada pela Clélia Cortez
formadora do instituto Avisa- Lá , em São Paulo.
No final do
século XIX, o filosofo francês Henri Wallon (1879-1962), o biólogo suíço Jean Piaget(1896-1980) e o psicólogo bielo-
russo Lev Vygotsky (1896-1934) buscavam
compreender como os pequenos se relacionavam
com o mundo e como produziam cultura. Até então a concepção dominante era de que
não faziam isso. Investigando essa faceta essa faceta do universo
infantil eles concluíram que boa parte
da comunicação das crianças com o ambiente se dá por meio da brincadeira e que é dessa
maneira que elas se expressam culturalmente, explica Clélia.
Wallon foi o primeiro a
quebrar os paradigmas da época ao dizer que a aprendizagem não depende apenas
do ensino de conteúdos: para que ela ocorra, são necessários afeto e movimento
também. Ele afirmava que é preciso ficar atento aos interesses dos pequenos e
deixá-los se deslocar livremente para que façam descobertas. Levando em conta
que as escolas davam muita importância à inteligência e ao desempenho, propôs
que considerassem o ser humano de modo integral. Isso significa introduzir na
rotina atividades diversificadas, como jogos. Preocupado com o caráter
utilitarista do ensino, Wallon pontuou que a diversão deve ter fins em si
mesma, possibilitando às crianças o despertar de capacidades, como a
articulação com os colegas, sem preocupações didáticas.
Já Piaget, focado no que os pequenos pensam sobre tempo, espaço e movimento, estudou como diferem as características do brincar de acordo com as faixas etárias. Ele descobriu que, enquanto os menores fazem descobertas com experimentações e atividades repetitivas, os maiores lidam com o desafio de compreender o outro e traçar regras comuns para as brincadeiras.
As pesquisas de Vygotsky apontaram que a produção de cultura depende de processos interpessoais. Ou seja, não cabe apenas ao desenvolvimento de um indivíduo, mas às relações dentro de um grupo. Por isso, destacou a importância do professor como mediador e responsável por ampliar o repertório cultural das crianças. Consciente de que elas se comunicam pelo brincar, Vygotsky considerou uma intervenção positiva a apresentação de novas brincadeiras e de instrumentos para enriquecê-las. Ele afirmava que um importante papel da escola é desenvolver a autonomia da turma. E, para ele, esse processo depende de intervenções que coloquem elementos desafiadores nas atividades, possibilitando aos pequenos desenvolver essa habilidade. Segundo
pesquisa realizada pela Clélia Cortez
formadora do instituto Avisa- Lá , em São Paulo.
Já Piaget, focado no que os pequenos pensam sobre tempo, espaço e movimento, estudou como diferem as características do brincar de acordo com as faixas etárias. Ele descobriu que, enquanto os menores fazem descobertas com experimentações e atividades repetitivas, os maiores lidam com o desafio de compreender o outro e traçar regras comuns para as brincadeiras.
As pesquisas de Vygotsky apontaram que a produção de cultura depende de processos interpessoais. Ou seja, não cabe apenas ao desenvolvimento de um indivíduo, mas às relações dentro de um grupo. Por isso, destacou a importância do professor como mediador e responsável por ampliar o repertório cultural das crianças. Consciente de que elas se comunicam pelo brincar, Vygotsky considerou uma intervenção positiva a apresentação de novas brincadeiras e de instrumentos para enriquecê-las. Ele afirmava que um importante papel da escola é desenvolver a autonomia da turma. E, para ele, esse processo depende de intervenções que coloquem elementos desafiadores nas atividades, possibilitando aos pequenos desenvolver essa habilidade.
No final do
século XIX, o filosofo francês Henri Wallon (1879-1962), o biólogo suíço Jean Piaget(1896-1980) e o psicólogo bielo-
russo Lev Vygotsky (1896-1934) buscavam
compreender como os pequenos se relacionavam
com o mundo e como produziam cultura. Até então a concepção dominante era de que
não faziam isso. Investigando essa faceta essa faceta do universo
infantil eles concluíram que boa parte
da comunicação das crianças com o ambiente se dá por meio da brincadeira e que é dessa
maneira que elas se expressam culturalmente, explica Clélia.
Wallon foi o primeiro a
quebrar os paradigmas da época ao dizer que a aprendizagem não depende apenas
do ensino de conteúdos: para que ela ocorra, são necessários afeto e movimento
também. Ele afirmava que é preciso ficar atento aos interesses dos pequenos e
deixá-los se deslocar livremente para que façam descobertas. Levando em conta
que as escolas davam muita importância à inteligência e ao desempenho, propôs
que considerassem o ser humano de modo integral. Isso significa introduzir na
rotina atividades diversificadas, como jogos. Preocupado com o caráter
utilitarista do ensino, Wallon pontuou que a diversão deve ter fins em si
mesma, possibilitando às crianças o despertar de capacidades, como a
articulação com os colegas, sem preocupações didáticas.
Já Piaget, focado no que os pequenos pensam sobre tempo, espaço e movimento, estudou como diferem as características do brincar de acordo com as faixas etárias. Ele descobriu que, enquanto os menores fazem descobertas com experimentações e atividades repetitivas, os maiores lidam com o desafio de compreender o outro e traçar regras comuns para as brincadeiras.
As pesquisas de Vygotsky apontaram que a produção de cultura depende de processos interpessoais. Ou seja, não cabe apenas ao desenvolvimento de um indivíduo, mas às relações dentro de um grupo. Por isso, destacou a importância do professor como mediador e responsável por ampliar o repertório cultural das crianças. Consciente de que elas se comunicam pelo brincar, Vygotsky considerou uma intervenção positiva a apresentação de novas brincadeiras e de instrumentos para enriquecê-las. Ele afirmava que um importante papel da escola é desenvolver a autonomia da turma. E, para ele, esse processo depende de intervenções que coloquem elementos desafiadores nas atividades, possibilitando aos pequenos desenvolver essa habilidade.
Já Piaget, focado no que os pequenos pensam sobre tempo, espaço e movimento, estudou como diferem as características do brincar de acordo com as faixas etárias. Ele descobriu que, enquanto os menores fazem descobertas com experimentações e atividades repetitivas, os maiores lidam com o desafio de compreender o outro e traçar regras comuns para as brincadeiras.
As pesquisas de Vygotsky apontaram que a produção de cultura depende de processos interpessoais. Ou seja, não cabe apenas ao desenvolvimento de um indivíduo, mas às relações dentro de um grupo. Por isso, destacou a importância do professor como mediador e responsável por ampliar o repertório cultural das crianças. Consciente de que elas se comunicam pelo brincar, Vygotsky considerou uma intervenção positiva a apresentação de novas brincadeiras e de instrumentos para enriquecê-las. Ele afirmava que um importante papel da escola é desenvolver a autonomia da turma. E, para ele, esse processo depende de intervenções que coloquem elementos desafiadores nas atividades, possibilitando aos pequenos desenvolver essa habilidade.
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/brincar-importante-criancas-pequenas-612994.shtml
Aluna: Alzira B De Lima Kizelevicius R.A: 1315921
terça-feira, 3 de novembro de 2015
"CRIANÇA E MOVIMENTO" - ISSO É EDUCAÇÃO INFANTIL
A CRIANÇA E O MOVIMENTO
Se você trabalha com Educação Infantil, sabe da importância do Movimento para as crianças . As crianças se movimentam desde que nascem, adquirindo cada vez maior o controle sobre seu próprio corpo, engatinham, caminham, manuseiam objetos, correm, saltam, brincam, etc.
Segundo o RCNEI , por meio da motricidade a criança se expressa, se comunica, relaciona-se. Vão ampliando sua motricidade e sua relação com a realidade num processo de interação.
O movimento humano é portanto o mais simples deslocamento do corpo no espaço.
Esses movimentos incorporam-se aos comportamentos dos homens, resultam das interações sociais e da relação do homem com o meio.
Sua multiplicidade, funções e manifestações do ato motor, propicia um amplo aspecto da motricidade das crianças, abrangendo posturas corporais bem como outras atividades cotidianas.
Somente aos poucos que se desenvolve a dimensão objetiva que corresponde as competências instrumentais, para agir sobre o espaço e o meio físico.
Na Educação Infantil, promover atividades através de jogos, brincadeiras, dança e práticas psicomotoras, deve fazer parte da rotina escolar .
PARA FACILITAR O PLANEJAMENTO DOS PROFESSORES :
Abaixo destaco 3 quadros sinóticos que podem auxiliar no planejamento diário do professor, destacando as CARACTERÍSITCAS POR IDADE, os OBJETIVOS e os CONTEÚDOS.


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